On est bien peu de chose
Et mon amie la rose
Me l’a dit ce matin
A l’aurore je suis née
Baptisée de rosée
Je me suis épanouie
Heureuse et amoureuse
Aux rayons du soleil
Me suis fermée la nuit
Me suis réveillée vieille.
Pourtant j’étais très belle
Oui j’étais la plus belle
Des fleurs de ton jardin.
On est bien peu de chose
Et mon amie la rose
Me l’a dit ce matin
Vois le dieu qui m’a faite
Me fait courber la tête
Et je sens que je tombe
Et je sens que je tombe
Mon cœur est presque nu
J’ai le pied dans la tombe
Déjà je ne suis plus.
Tu m’admirais hier
Et je serai poussière
Pour toujours demain.
On est bien peu de chose
Et mon amie la rose
Est morte ce matin
La lune cette nuit
A veillé mon amie
Moi en rêve j’ai vu
Eblouissante et nue
Son âme qui dansait
Bien au-delà des nues
Et qui me souriait.
Crois celui qui peut croire
Moi, j’ai besoin d’espoir
Sinon je ne suis rien.
Ou bien si peu de chose
C’est mon amie la rose
Qui l’a dit hier matin.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A inspiração dos anos 60 e 70 na Moda




Mary Quant foi uma estilista britânica na década de 60, responsável pela criação da mini saia. Sem dúvida uma peça chave, grande vedeta destes tempos!
As roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, através de cores alegres e estampas floridas. Demonstravam sensibilidade, romantismo, descontracção e bom humor, bem como a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Audrey Hepburn

Nesta época os penteados mais elaborados eram ripados para dar volume e presos ao alto. Ficaram conhecidos pelo nome de Beehive (palavra inglesa que quer dizer colmeia). Neste momento estão de novo na moda, graças a Amy Winehouse. O Beehive podia ter um estilo elegante como o de Audrey Hepburn (no filme Breakfast at Tiffany´s de 1961, foto em anexo) ou pelo contrário ser semi-selvagem, característico de Brigitte Bardot.
Brigitte Bardot
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Grandes mudanças...
“Na política como na vida somos o que fazemos. Mas, sobretudo o que fazemos para mudar aquilo que somos. E, como 25 de Abril nos ensinou, é possível mudar tudo”
Gostei desta frase, a qual julgo pertencer ao discurso de um deputado da Assembleia da República, durante uma das suas sessões.
Foi relembrada por Raquel Freire no final da sua apresentação, numa das Conferências do El Corte Inglés, que decorreu no passado dia 28 de Abril. A referida Conferência levou-nos a uma viagem intimista pela Lisboa de Fernanda Câncio e Raquel Freire. E foi “cinco estrelas!..” As duas “meninas” estão de parabéns! Obrigada a ambas.
Gostei desta frase, a qual julgo pertencer ao discurso de um deputado da Assembleia da República, durante uma das suas sessões.
Foi relembrada por Raquel Freire no final da sua apresentação, numa das Conferências do El Corte Inglés, que decorreu no passado dia 28 de Abril. A referida Conferência levou-nos a uma viagem intimista pela Lisboa de Fernanda Câncio e Raquel Freire. E foi “cinco estrelas!..” As duas “meninas” estão de parabéns! Obrigada a ambas.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Ninguém nasce mulher. Torna-se mulher.

Em 1949, sociedade francesa foi abalada por um contundente ensaio publicado por uma das mais famosas escritoras do país, Simone de Beauvoir. O título era “Le deuxième Sexe” (O Segundo Sexo), livro que desde então correu o Mundo e contribuiu definitivamente para a emancipação da mulher contemporânea. Uma profunda análise sobre o papel das mulheres na sociedade, e não só.
Estavam, em causa, na época, temas tão polémicos como a liberdade da mulher, a maternidade, a educação, o parto sem dor, o aborto, o adultério, a frigidez, o divórcio, a prostituição, respondendo "O Segundo Sexo" às inquietudes do momento com o célebre aforismo: "Ninguém nasce mulher, torna-se mulher." A pensadora de “Pour une Morale de l'Ambiguïté” (1947) não só é a primeira a elaborar uma crítica sistemática de Freud no âmbito da teoria feminista, como a defender que a feminilidade tem origem em estruturas sociais, antecipando, em mais de 20 anos, aquilo que viria a ser uma das questões centrais do feminismo da segunda vaga: igualdade/diferença.
Muito obrigada! Sem dúvida, uma mulher com M grande, a qual admiro muitíssimo e é uma referência para mim.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Era proibido proibir...

Passaram-se quarenta anos desde o Maio de 1968... Não me atrevo a falar sobre ele, até porque não o vivi. Ainda não era nascida nessa altura. Aquilo que sei vem-me do exterior, não o senti na pele. E, eu também sou uma rebelde, à minha maneira.
Sem querer deixar passar a data em branco no meu Blog, vou tentar homenageá-la com tudo aquilo que for encontrando, considere pertinente e digno de ser partilhado. Afinal, o que aconteceu foi tão marcante! Faltam-me as palavras.
Por isso, uso as de outros:
"Imaginação ao poder...
Esperança muito positiva...
Explosão de emoções...
Estava sempre a acontecer a coisa mais importante do Mundo...
Com todos os excessos não deixou de ser um grito de liberdade, com algum efeito contagiante..."
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